As pessoas se sentam em cima de um velho vagão de trem à noite enquanto assistem à anual chuva de meteoros Perseidas perto da fronteira Israel-Egito em Ezuz, no sul de Israel, em agosto de 2020 — Foto: Amir Cohen/Reuters

Fenômeno acontece todos os anos por causa da movimentação da Terra no espaço. Entre os meses de julho e agosto, ela passa perto dos destroços deixados pela passagem do cometa Swift-Tutle.

A chuva de meteoros Perseidas alcançará seu pico nesta quarta (11) e quinta-feira (12). Segundo a Nasa, observadores no hemisfério norte poderão ver o fenômeno, que produz de 50 a 75 meteoros por hora, com mais facilidade.

No hemisfério sul, Perseidas não será visível em cidades localizadas abaixo de cerca de 30 graus na latitude sul, ou seja, do Rio Grande do Sul para baixo.

A Nasa fará a transmissão do fenômenoem seus canais oficiais.

O fenômeno de Perseidas não é novidade, pelo contrário. Essa chuva de meteoros acontece todos os anos, entre os meses de julho e agosto, quando a Terra, em seu movimento de rotação, encontra os destroços deixados pela passagem do Swift-Tutle.

A chuva de meteoros foi batizada de Perseidas em homenagem a constelação de Perseu, uma vez que os especialistas acreditam que estrelas cadentes irradiem desta constelação.

Como as chuvas de meteoro ocorrem

A chuva de meteoros acontece quando o nosso planeta atravessa o rastro de poeira e detritos deixado por um cometa ao se aproximar do Sol.

No caso de Perseidas, a Terra cruza o caminho feito pelo cometa Swift-Tutle, que gira em torno do Sol a cada 133 anos.

Em sua trajetória solar, o cometa deixa resquícios, que se acumulam ao longo dos anos. Quando a Terra cruza com a trajetória feita pelo cometa, alguns desses destroços entram na atmosfera terrestre a uma velocidade de 59km por segundo, fazendo com que queimem, deixando um rastro de luz atrás de si.

Fonte: G1 Globo

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