Essa habilidade é diferencial normalmente, e ainda mais em momentos de dificuldade econômica

Por Celso Bazzola *

O fato de a resiliência ser um diferencial no campo profissional é algo antigo, contudo, agora que passamos por um período de crise, esse ponto se torna mais primordial ainda. Mas, por quê? Primeiro temos que entender esse termo como a capacidade das pessoas se adequarem aos mais variados ambientes, sejam eles hostis ou amigáveis, gerando resultados necessários aos objetivos das empresas.

A existência de profissionais com essas características para as empresas é importante nesse momento, pois, essa pessoa poderá ser um agende facilitador nas ações de mudanças internamente na empresa, por terem características de fácil absorção de situações críticas não se fazendo abater pelo momento adverso.

Essa característica no profissional faz com que nesses momentos ele capitaneie oportunidades de recuperação e melhorias pessoais e do grupo que convive. Geralmente com seu perfil acabam sendo exemplo positivo aos colegas de trabalho para que os mesmos possam mudar suas ações de acordo com as necessidades da empresa.

Assim, esses profissionais diferenciam-se pela sua capacidade de vencer obstáculos e não deixar que as pressões atrapalhem nos resultados, também por estarem abertos na adaptação de clima favorável ou desfavorável, sempre prontos para se aperfeiçoar e mudar de atitudes ou estratégia o que ajuda a empresa atingir seus resultados.

Como desenvolver a resiliência?

Embora saibamos que as pessoas são e agem de formas diferentes diante dos problemas, é possível sim desenvolver esta habilidade. Porém, o primeiro passo está na ação de querer buscar este equilíbrio e mudança. Para tanto algumas pontos são fundamentais, dentre os quais destaco:

 – Administrar suas emoções e ter serenidade nas ações;

 – Controlar os impulsos negativos ou de desespero refletindo antes de tomar atitudes ou se dar como derrotado;

 – Estar sempre atento ao ambiente que está inserido, procurando sempre agir de forma coerente com o mesmo;

 -A criação da empatia, também ajudará nessa a compreender o momento de outras pessoas, como são e estão;

 – Acreditar que poderá solucionar os problemas que poderão surgir.

Assim, o primeiro passo para se tornar resiliente é mudar as atitudes, além da forma ver os problemas, após isto, buscar a melhor forma de conduzir e se adaptar para estas situações, portanto, o equilíbrio e o otimismo se tornam vitais na aceitação das mudanças, a fim de superar as pressões com tranquilidade sem que isto afete sua auto estima. Outro ponto importante é acreditar que você poderá ser um elemento de mudança diante de situações adversas.

Enfim, o panorama de crise cria a necessidade de resiliência, mas, a grande maioria das pessoas não possui essa qualidade, sendo assim imprescindível uma autoavaliação na busca do aprimoramento, e caso isso não ocorra, a busca até mesmo de especialistas para auxiliar esse desenvolvimento individual ou do grupo.

* Celso Bazzola é consultor em recursos humanos e diretor executivo da BAZZ Estratégia e Operação de RH

Fonte: Administradores.com

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