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	<title>Blog Curriculum</title>
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	<description>Mercado de trabalho, carreira, empregos, currículos e entrevistas.</description>
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		<title>Brasileiros equilibram tempo gasto com trabalho e vida pessoal</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Jun 2013 19:47:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Natalia</dc:creator>
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      Os brasileiros estão entre os profissionais que mais conseguem equilibrar o tempo gasto entre os compromissos do trabalho e vida pessoal. Os trabalhadores também estão 82% mais satisfeitos com o emprego em 2013 do que no ano passado, de acordo com pesquisa feita pela Regus, empresa especializada em soluções de espaços para escritórios. O país [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[      
      <p style="text-align: justify;">Os brasileiros estão entre os profissionais que mais conseguem equilibrar o tempo gasto entre os compromissos do trabalho e vida pessoal. Os trabalhadores também estão 82% mais satisfeitos com o emprego em 2013 do que no ano passado, de acordo com pesquisa feita pela Regus, empresa especializada em soluções de espaços para escritórios.</p>
<p style="text-align: justify;">O país ficou com 137 pontos no índice usado para fazer o levantamento. Só 19% dos entrevistados do Brasil responderam que estavam passando mais tempo longe de casa. A média global foi de 42%.</p>
<p style="text-align: justify;">O número de satisfeitos com a quantidade de horas que conseguem dedicar aos assuntos privados subiu de 51% em 2012 para 54%.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo a companhia, o cálculo do índice, que não tem limite de pontos, considera informações sobre equilíbrio profissional e pessoal como, por exemplo, horas trabalhadas e o tempo que o profissional consegue dedicar diariamente para questões de fora da empresa.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao todo, 26 mil pessoas foram entrevistadas em todo o mundo. O número do Brasil é maior em nove países, incluindo a Índia (138), Chile (142) e Panamá (156) &#8212; líder da lista. A média global é de 120.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;As companhias estão percebendo que para manter talentos precisam se esforçar na ampliação de políticas de trabalho mais flexíveis, oferecendo, por exemplo, alternativas de local de trabalho diferentes&#8221;, disse em nota Fernanda Patzina, diretora de área da Regus.</p>
<p style="text-align: justify;">O estudo também mostrou que no Brasil, quem é dono do próprio negócio está mais satisfeito com o trabalho (84%) em comparação com quem é funcionário de alguma empresa (70%).</p>
<p style="text-align: justify;">Outra pesquisa feita pela companhia havia mostrado que para 51% dos profissionais entrevistados no Brasil, a flexibilidade de horário e local permite que os trabalhadores passem mais tempo com a família.</p>
<p><strong>Fonte: Folha.com</strong></p>
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		<title>Cresce o número de mulheres em cargos de liderança</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Jun 2013 12:43:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Natalia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Cresce o número de mulheres em cargos de liderança]]></category>

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		<description><![CDATA[      
      O número de mulheres em cargos de liderança aumentou em todo o mundo no último ano, mas apresentou queda no Brasil. Ao mesmo tempo, o número de CEOs mulheres também subiu, tanto no mundo quanto no Brasil. Os dados fazem parte do &#8220;International Business Report 2013&#8243;, da consultoria Grant Thornton, que falou com altos executivos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[      
      <p style="text-align: justify;">O número de mulheres em cargos de liderança aumentou em todo o mundo no último ano, mas apresentou queda no Brasil. Ao mesmo tempo, o número de CEOs mulheres também subiu, tanto no mundo quanto no Brasil. Os dados fazem parte do &#8220;International Business Report 2013&#8243;, da consultoria Grant Thornton, que falou com altos executivos de 12,5 mil empresas em 44 países. No Brasil, participaram 300 companhias.</p>
<p style="text-align: justify;">No mundo, as mulheres ocupam 24% dos cargos de liderança, que incluem presidentes, vice-presidentes e diretorias, um aumento de três pontos percentuais em relação ao ano passado. Já no Brasil, elas ocupam 23% da alta gestão, número similar à média mundial &#8211; no entanto, no país houve queda de três pontos percentuais.</p>
<p style="text-align: justify;">Para a sócia da consultoria Grant Thornton Brasil, Ana Claudia Oliveira, tanto a queda quanto o aumento ainda são baixos quando se leva em conta o caminho que profissionais mulheres enfrentam até o topo. &#8220;A mulher ainda está brigando por essas posições&#8221;, diz. Para ela, a maior dificuldade ainda é conciliar a vida pessoal e profissional, e falta às empresas &#8211; ainda que isso já seja mais difundido, principalmente em multinacionais &#8211; maior flexibilidade de horário e local para os funcionários.</p>
<p style="text-align: justify;">A China foi o país que mais apresentou aumento no número de mulheres executivas no último ano. Lá, a participação feminina em cargos de liderança pulou de 25% para 51% em um ano. Hoje, o gigange asiático lidera o ranking dos que mais têm mulheres nos cargos mais altos das companhias. &#8220;Com o PIB alto e a abertura da economia, a China abre espaço para todo mundo crescer, inclusive mulheres&#8221;, diz Ana Claudia. Polônia (48%), Letônia (43%), Estônia (40%) e Lituânia (40%) são os próximos no ranking, enquanto a Europa como um todo têm 25% dos cargos de gestão ocupados por executivas. O Japão é o último colocado, com apenas 7%.</p>
<p style="text-align: justify;">A proporção de mulheres ocupando cargos de CEO aumentou consideravelmente entre 2012 e 2013: subiu de 9% para 14% em todo o mundo, e de 3% para 14% no Brasil. Para Ana Claudia, esse aumento segue uma tendência que tem colocado mais mulheres em diretorias de destaque na empresa, cargos que são &#8220;chamariz&#8221; para chegar ao comando. Das mulheres na liderança, 27% estão nas diretorias financeiras e outras 27%, nas de vendas, e 21% estão à frente da diretoria de operações. Quase um terço (32%) está nas diretorias de recursos humanos. &#8220;O perfil multitarefas da mulher ajuda na tomada de decisão&#8221;, diz Ana Claudia.</p>
<p style="text-align: justify;">A Tailândia é o país que mais possui mulheres CEOs &#8211; lá elas são 49% do comando. A Dinamarca (45%), Alemanha (40%) e Itália (29%) também são destaque. Por outro lado, Reino Unido, Polônia, Hong Kong e Índia são os lugares com menos mulheres presidentes de empresas &#8211; todos registraram apenas 4%. No entanto, a Polônia já possui 48% dos cargos de liderança ocupados por mulheres, o que pode indicar que elas alcancem o topo no futuro. E na Índia, onde mesmo no nível inicial as mulheres representam apenas 15% dos funcionários, 42% das empresas têm planos de contratar mais mulheres.</p>
<p style="text-align: justify;">A participação de mulheres nos conselhos de administração é ainda menor do que nos cargos de liderança no geral, ficando em apenas 13% no Brasil e 19% no mundo, apesar de políticas de cotas já estarem em vigor em países da Europa. Em todo o mundo, a maioria (55%) se opõe a essas práticas, enquanto no Brasil o contrário seja verdade &#8211; 57% apoiam a adoção de cotas para mulheres em conselhos.</p>
<p><strong>Fonte: UOL</strong></p>
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		<title>Maioria dos funcionários assume o romance na empresa</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Jun 2013 19:45:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Natalia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Maioria dos funcionários assume o romance na empresa]]></category>

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		<description><![CDATA[      
      A cada dia fica mais evidente que as políticas de proibições de namoro entre funcionários de uma empresa não são funcionais – embora ainda existam e sejam, muitas vezes, rigorosas. É isso o que mostra uma pesquisa realizada pela consultoria americana de recolocação de pessoas CareerBuilder.com. Segundo a pesquisa anual do Valentine’s Day,realizada nos Estados [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[      
      <p style="text-align: justify;">A cada dia fica mais evidente que as políticas de proibições de namoro entre funcionários de uma empresa não são funcionais – embora ainda existam e sejam, muitas vezes, rigorosas. É isso o que mostra uma pesquisa realizada pela consultoria americana de recolocação de pessoas CareerBuilder.com.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo a pesquisa anual do Valentine’s Day,realizada nos Estados Unidos com 4 000 pessoas, 39% dos respondentes afirmaram que se envolveram pelo menos uma vez com algum colega ao longo da carreira.</p>
<p style="text-align: justify;">O levantamento mostrou também que o romance desperta nas atividades cotidianas do trabalho. Happy hour, hora extra e almoço despontaram como os catalisadores mais populares para engrenar um relacionamento.</p>
<p style="text-align: justify;">A maioria dos entrevistados revelou não esconder o relacionamento dos outros funcionários, enquanto 35% mantiveram a situação por baixo dos panos. Contudo, alimentar o romance em segredo por muito tempo pode causar indisposição entre os demais colegas e chefes, quando depois o fato é descoberto.</p>
<p><strong>Fonte: Você RH Online</strong></p>
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		<title>PAC é importante na redução do desemprego, diz Fazenda</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Jun 2013 18:21:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Natalia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado de Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[PAC é importante na redução do desemprego]]></category>

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		<description><![CDATA[      
      De acordo com o Secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Márcio Holland, a “economia brasileira vem apresentando um quadro de acomodação e de declínio da taxa de inflação”. Ele participou da cerimônia de balanço do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2), nesta segunda-feira (10), para destacar aspectos positivos do quadro macroeconômico do país, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[      
      <p style="text-align: justify;">De acordo com o Secretário de Política Econômica do <a href="http://g1.globo.com/topico/ministerio-da-fazenda/">Ministério da Fazenda</a>, Márcio Holland, a “economia brasileira vem apresentando um quadro de acomodação e de declínio da taxa de inflação”. Ele participou da cerimônia de balanço do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2), nesta segunda-feira (10), para destacar aspectos positivos do quadro macroeconômico do país, como a taxa de desemprego, que vem caindo ao longo dos anos, segundo afirmou.</p>
<p style="text-align: justify;">A baixa taxa de desemprego, de acordo com o secretário, “é resultado de decisões de investimento e o PAC é importante na obtenção desses resultados”. “Tão ou mais importante quanto a criação líquida de empregos é a sustentação e a qualidade do emprego. Os investimentos são os motores centrais para isso”, afirmou.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com tabela apresentada por Holland, o Brasil apresentou uma taxa de crescimento média do PIB anual entre 2007 e 2012 de 3,7%, acima da média mundial de 3,3%. O Brasil figura entre os “poucos países do mundo figurando com taxa de crescimento do PIB anual entre 2007 e 2012 acima de 3%”, declarou o secretário.</p>
<p style="text-align: justify;">A mesma tabela mostra que a China apresentou crescimento no mesmo período de 10,2%, a Índia, de 7,6% e a Indonésia, de 6%.</p>
<p style="text-align: justify;">O secretário disse ainda que as desonerações entraram “definitivamente na agenda do governo”. O governo prevê renunciar a R$ 72,1 bilhões em impostos neste ano e mais R$ 91,5 bilhões em 2014. “Serão 76 setores a partir das desonerações da folha de pagamentos no início do ano que vem”, disse Holland.</p>
<p style="text-align: justify;">“A redução e o controle de várias despesas de custeio, pessoal, folhas, encargos, a redução das despesas de juros sobre dívida, vêm fazendo com que tenhamos um espaço fiscal muito grande”.</p>
<p style="text-align: justify;">Holland afirmou que “o Brasil tem uma trajetória de crescimento econômico geral muito forte”. O secretário não comentou sobre o resultado do PIB divulgado no fim do mês passado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). De acordo com o instituto, a economia brasileira cresceu 0,6% no primeiro trimestre deste ano, na comparação com os três meses anteriores, abaixo da previsão do governo.</p>
<p><strong>Fonte: G1</strong></p>
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		<title>Mulher com renda maior pode afetar estabilidade de união</title>
		<link>http://blog.curriculum.com.br/mulher-com-renda-maior-pode-afetar-estabilidade-de-uniao/</link>
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		<pubDate>Thu, 06 Jun 2013 20:49:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Natalia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Mulher com renda maior pode afetar estabilidade de união]]></category>

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		<description><![CDATA[      
      As mulheres, de maneira geral, têm um desempenho melhor do que os homens no ensino médio americano. Com isso, um maior número delas acaba se graduando nas universidades. À medida que as mulheres se tornam presidentes de empresas importantes como HP, IBM e Pepsico, há sinais de que a diferença salarial entre homens e mulheres [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[      
      <p style="text-align: justify;">As mulheres, de maneira geral, têm um desempenho melhor do que os homens no ensino médio americano. Com isso, um maior número delas acaba se graduando nas universidades. À medida que as mulheres se tornam presidentes de empresas importantes como HP, IBM e Pepsico, há sinais de que a diferença salarial entre homens e mulheres pode finalmente estar sendo desafiada.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse tipo de acontecimento encoraja jovens profissionais do sexo feminino a acreditar que as normas sociais estão mudando. No entanto, um estudo recente revela que os ganhos das mulheres no &#8220;front&#8221; econômico também podem contribuir para uma redução no número de casamentos e também para uma menor estabilidade das uniões.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma das explicações é que, com um maior poder econômico, as mulheres podem estar mais dispostas a sair de casamentos insatisfatórios. Ao mesmo tempo, elas podem estar desafiando a norma social cristalizada de que o homem devem ser o principal responsável pelo &#8220;ganha-pão&#8221; da família.</p>
<p style="text-align: justify;">A dificuldade masculina em aceitar essa mudança mostra um paradoxo. Os homens que passam a adolescência sem rumo e metade da faculdade bêbados não deveriam se surpreender ao ver as mulheres ganhando espaço no mercado de trabalho. A evidência mostra, porém, que os homens, embora aplaudam a iniciativa das esposas de ajudar nas contas, sentem-se ameaçados quando elas passam a ganhar mais do que eles.</p>
<p style="text-align: justify;">Um estudo das economistas da Universidade de Chicago Marianne Bertrand, Emir Kamenica e Jessica Pan mostra que as visões tradicionais de identidade de gênero, especialmente a noção de que o marido tem de ganhar mais do que a mulher, estão afetando as escolhas sobre com quem as pessoas se casam e também a estabilidade das uniões.</p>
<p style="text-align: justify;">Apoio condicional. Um levantamento feito em encontros às escuras para casais solteiros mostra que as mulheres buscam homens inteligentes e ambiciosos. Já os homens preferem mulheres com as mesmas qualidades, mas só até o ponto em que eles não se sintam ameaçados.</p>
<p style="text-align: justify;">Os ganhos financeiros das mulheres têm aumentado constantemente ao longo dos últimos 40 anos &#8211; ainda que, em termos médios, as trabalhadoras ganhem menos do que seus pares do sexo masculino.</p>
<p style="text-align: justify;">Um sinal de mudança é evidenciado por um estudo recente da Pew Research. Ele mostra que hoje 15% dos lares americanos com filhos têm as mães como as principais responsáveis pela renda. Pode parecer pouco, mas o índice era de apenas 3,5% em 1960.</p>
<p style="text-align: justify;">A expectativa de acentuação dessa realidade deve trazer ainda mais estresse para as uniões ou até impedir que os casamentos ocorram. Esse dado talvez ajude a explicar a razão pela qual o casamento de jovens adultos (com idade até 34 anos) decaiu entre 30% e 50% nos Estados Unidos, em diversos grupos étnicos, no período entre 1970 e 2008.</p>
<p><strong>Fonte: Estadão.com</strong></p>
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		<title>70% das secretárias gastam até 10% do salário para se vestir</title>
		<link>http://blog.curriculum.com.br/70-das-secretarias-gastam-ate-10-do-salario-para-se-vestir-no-trabalho/</link>
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		<pubDate>Thu, 06 Jun 2013 14:58:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Natalia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[70% das secretárias gastam até 10% do salário para se vestir no trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[      
      Pesquisa divulgada pela Câmara Americana de Comércio (Amcham), unidade de São Paulo, mostra que adequar-se ao dress code (normas para vestuário) é um fator determinante na ascensão da carreira para 92% das secretárias executivas que participaram do Comitê de Secretariado realizado na entidade. Segundo 43% das profissionais, as organizações em que trabalham não possuem uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[      
      <p>Pesquisa divulgada pela Câmara Americana de Comércio (Amcham), unidade de São Paulo, mostra que adequar-se ao dress code (normas para vestuário) é um fator determinante na ascensão da carreira para 92% das secretárias executivas que participaram do Comitê de Secretariado realizado na entidade.</p>
<p>Segundo 43% das profissionais, as organizações em que trabalham não possuem uma definição sobre vestuário. Outros 48% disseram que existe um código formalizado para as opções de figurino e 8% não souberam responder.</p>
<p>A pesquisa aponta que 70% das secretárias gastam, por mês, até 10% do salário para se adequar a um dress code corporativo. Desse percentual, 33% usam até 5% da remuneração mensal e 37% delas separam cerca de 10% do que ganham para a roupa de trabalho.</p>
<p>Dos 30% restantes, 11% declararam que empenham até 15% do salário mensal no dress code e 19% afirmam investir mais de 15% do dinheiro que recebem.</p>
<p>O evento, com periodicidade mensal, reuniu 100 profissionais de empresas associadas para ouvir dicas da consultora de moda Bia Paes de Barros sobre como se vestir no ambiente de trabalho.</p>
<p>Em pesquisa realizada durante o comitê, as secretárias responderam que existe uma preocupação muito grande com a escolha da roupa, mas nem sempre as empresas têm um dress code estabelecido.</p>
<p>Tendo ou não regras formalizadas para a roupa de trabalho, 91% delas afirmaram que se sentem confortáveis com o dress code corporativo. Ao mesmo tempo, elas responderam que é justamente no vestuário que acabam tendo maior dificuldade ao adaptar seu estilo pessoal.</p>
<p>Entre as participantes, 27% acham difícil escolher a roupa, 25% não conseguem incorporar o estilo aos acessórios, 19% veem problemas na maquiagem ou na unha, enquanto 15% encontram dificuldades com os calçados e, 14%, com cabelos.</p>
<p><strong>Fonte: G1</strong></p>
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		<title>Pesquisa revela que a falta de autonomia desmotiva os jovens</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Jun 2013 15:35:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Natalia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa revela que a falta de autonomia desmotiva os jovens]]></category>

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		<description><![CDATA[      
      Um estudo feito pela Page Talent – unidade de negócio da Page Personnel, especializada em recrutamento e seleção de estagiários e trainees revelou que a ausência de liberdade para executar tarefas é a principal queixa dos jovens no ambiente de trabalho. O levantamento foi realizado em abril deste ano com 500 jovens de 18 a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[      
      <p style="text-align: justify;">Um estudo feito pela Page Talent – unidade de negócio da Page Personnel, especializada em recrutamento e seleção de estagiários e trainees revelou que a ausência de liberdade para executar tarefas é a principal queixa dos jovens no ambiente de trabalho. O levantamento foi realizado em abril deste ano com 500 jovens de 18 a 24 anos, 35% dos respondentes informaram que a falta de autonomia é o item que mais o desmotiva no emprego.</p>
<p style="text-align: justify;">“Os jovens têm o sonho de começar no ambiente corporativo já ocupando posições estratégicas, com a liberdade de executar seu próprio trabalho”, diz Manoela Costa, gerente da Page Talent no Brasil. “Mas ao mesmo tempo, sentem que precisam de supervisão e acompanhamento – e se sentem inseguros ao executar as atividades a sós”, explica.</p>
<p style="text-align: justify;">Para 34% da amostra, ser alocado em uma área pela qual não tem interesse, mesmo que por tempo determinado, foi o segundo item de maior desmotivação desse público. Por último (31%), ideias desenvolvidas por outras pessoas, a mando do seu chefe, foi o item que menos incomodou estagiários e trainees. “As expectativas são grandes, mas os jovens ainda não estão preparados para executar as tarefas sem supervisão”, diz Manoela.</p>
<p style="text-align: justify;">Para que não haja um conflito entre os interesses desses jovens que acabaram de entrar no mercado de trabalho e o que realmente conseguem executar, Manoela Costa recomenda algumas dicas para que os estagiários possam se manter motivados no trabalho e mostrar que realmente estão preparados para o desafio:</p>
<p style="text-align: justify;">1.  Quando trouxer uma ideia, sempre a traga com embasamento. Pensou? Precisa conseguir executar. Para isso, traga detalhes sobre como, quando, com que ferramentas e recursos você conseguiria colocar essa ideia em prática. Com isso você consegue estar mais próximo da execução do seu projeto;</p>
<p style="text-align: justify;">2.  Mostre porque uma área é melhor para você do que outra. Tente provar que seu conhecimento se assemelha às necessidades dessa área, busque informação, se mantenha atualizado e, sempre que possível, distribua informações relevantes sobre o mercado específico que mais te interessa. Com informação, é mais provavel que seus superiores acabem concordando com você;</p>
<p style="text-align: justify;">3.  As duas dicas acima ajudam muito para que você consiga adquirir autonomia, aos poucos. Mas, além disso, é importante que você se antecipe as problemas e busque as melhores formas de solucioná-los antes que seu superior exija isso de você. Ser proativo e saber reconhecer o que merece maior ou menor atenção dá ao seu gestor mais confiança para que você possa começar a tocar seus projetos sem supervisão.</p>
<p><strong>Fonte: Administradores</strong></p>
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		<title>Os segredos que estão por trás da seleção de &#8220;cartas marcadas&#8221;</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Jun 2013 14:05:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Natalia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Recrutamento e Seleção]]></category>
		<category><![CDATA[Os segredos que estão por trás da seleção de "cartas marcadas"]]></category>

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      É comum passar meses em busca de emprego, em uma montanha-russa de emoções que vão da euforia à prostração. Conforme o tempo passa e as tentativas não atingem o sucesso, a pessoa pode começar a duvidar de si mesma. Saiba que isso é normal, mas pode ser evitado, pois muitas vezes os motivos pelos quais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[      
      <p style="text-align: justify;">É comum passar meses em busca de emprego, em uma montanha-russa de emoções que vão da euforia à prostração. Conforme o tempo passa e as tentativas não atingem o sucesso, a pessoa pode começar a duvidar de si mesma. Saiba que isso é normal, mas pode ser evitado, pois muitas vezes os motivos pelos quais você não foi chamado independem de você e de sua qualificação. É assim mesmo: parece inexplicável, mas em geral a resposta é simples. A revista <em>Forbes </em>elencou uma série de motivos de forma bem-humorada para explicar os misteriosos critérios que por vezes regem uma contratação.</p>
<p style="text-align: justify;">Vamos começar do início. Você encontra a vaga, candidata-se, envia o currículo e é finalmente chamado para mais uma entrevista. E tudo corre bem, você é entrevistado e o responsável pelo RH diz que vai entrar em contato em uma semana. Dali a alguns dias, você recebe um telefonema com a resposta negativa e sem nenhuma justificativa plausível. Ou então uma semana se transforma em 15 dias, e daí a um mês ou dois você fica sabendo que a vaga já foi preenchida: ou seja, nem a resposta à entrevista você recebeu. É frustrante. É intrigante. E não é raro sentir raiva do mundo ou até de si mesmo, e até colocar em xeque o seu próprio talento. Veja a seguir alguns motivos que buscam explicar por que uma pessoa qualificada e adequada a uma determinada vaga não é contratada.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>1. O gerente de contratação já tomou a decisão</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Muitas vezes, o gerente de contratação ou o próprio supervisor do departamento em que a vaga está aberta já sabe quem ele ou ela quer para o trabalho. Pode ser alguém de dentro da empresa, um amigo, um antigo colega, etc. Ou seja, as entrevistas serão <em>pro forma</em>, porque a decisão já foi tomada. Isso faz parte da regra do jogo. Não há nada que você possa fazer em um caso desses. Avance uma casa para frente e torça: quem sabe da próxima vez você não é o escolhido?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>2. “Não gostei do seu currículo”</strong></p>
<p style="text-align: justify;">É possível que um robô escaneador de currículos faça o trabalho de seleção de aplicações. E ele definitivamente não foi com a cara do seu currículo. Seja por uma palavra-chave a qual ele desconhece ou por causa do formato da data de nascimento, ele não deixará você dar o próximo passo no processo de seleção. Um robô destes utiliza critérios completamente aleatórios, e que poucos conhecem (geralmente, apenas aqueles que desenvolvem esses softwares). É importante tentar entender como os robôs de triagem funcionam? Certamente, isso ajudaria, mas não adiantaria. Mais uma vez, não há o que fazer. Aposte sua sorte em outra vaga.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>3. Ken e Barbie não gostaram de você</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Às vezes, um processo seletivo está encantado, trancado por entidades misteriosas como Ken e Barbie, e abrir os caminhos é uma tentativa em vão. Eles são personagens perfeitos e se levam muito a sério como os donos da chave dos portais da entrada da empresa. Eles só vão deixar passar os candidatos que, na sua opinião, vão estar bem ajustados para a posição. Mas Ken e Barbie não entendem bem as funções do cargo disponível, porque estão acima dos humanos comuns. Seus critérios são subjetivos e aleatórios. Não tente compreender. Levante a cabeça com fé e siga em frente: você ainda vai encontrar o seu lugar ao sol.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>4. Seu perfil é “errado”</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Você está muito velho, muito jovem, tem o cabelo marrom, é hetero, é gay, é mulher, é muito magro, está acima do peso, etc. E nem sempre são os atributos físicos que pesam na decisão que dá preferência a outro candidato. Buscar explicações só deixará você ainda mais confuso. Você destoa do que estão procurando, enfim, o seu &#8221;santo não bate&#8221; com o da empresa. Desista desta, fortaleça a confiança no seu caminho e parta para outra.</p>
<p><strong>5. Você não é “devidamente qualificado”</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Você pode ser a pessoa mais objetivamente qualificada do planeta para ocupar a vaga, mas isso não significa que você é “qualificado” à altura da imaginação do gerente de contratação. Se ele já tomou a decisão, vai encontrar algum “furo” em sua formação, como no diálogo a seguir:</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>Entrevistador:</strong> “Você tem experiência em Internet Explorer?”<br />
<strong>Candidato:</strong> &#8221;Sim, eu tenho 10 anos de experiência contínua com Internet Explorer. Além disso, sou beta tester voluntário e utilizei o programa antes de ele ser lançado pela primeira vez. Agora, eu estou usando a versão 7 do programa e utilizo com perfeição todas as suas funcionalidades.<br />
</em><em><strong>Entrevistador:</strong> “Ah, não, isso é muito ruim. Estamos procurando alguém com experiência com Internet Explorer 5.”</em></p>
<p style="text-align: justify;">Claramente, o entrevistado não era “qualificado”. Jamais seria.</p>
<p style="text-align: justify;">Então, você pergunta: qual é o segredo? Como faço para escapar desses círculos viciosos de contratação cheios de armadilhas? Para encontrar um emprego, você tem que aprender a comer um pouco de purê de quiabo. Não há maneira de contornar isso. É preciso aceitar que em todo o processo seletivo há fatores que incomodam. O que é fundamental saber é identificar quando isso está fora do padrão e passa a incomodar como algo ofensivo.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas você pode valorizar mais o seu tempo e a si mesmo ao se recusar a ser abusado. Se o gerente de contratação está dando voltas ou respostas vagas que lhe deixam confuso, não tenha dúvida de que há possibilidade de estar diante de um processo seletivo mal-intencionado, de cartas marcadas. Não tenha medo de desistir da vaga se intuir que realmente não está acontecendo nada. Decida antecipadamente quais são os seus limites: “Eu não vou viajar para fora da cidade para uma entrevista sem garantia alguma, a menos que a minha viagem e alojamento sejam reembolsados”, por exemplo.</p>
<p style="text-align: justify;">Proteja a sua sanidade mental. Acima de tudo, lembre-se de que o resultado pode não ter nada a ver com você ou com sua qualificação, postura, roupa, peso, cabelo, sorriso, seriedade, ansiedade, etc.</p>
<p style="text-align: justify;">Desde que esteja de acordo com as normas bem conhecidas e aceitas de vestuário e comportamento – sapatos engraxados, dentes escovados, barba feita, cabelos penteados e limpos, discrição –, não há nada mais que você poderia fazer em relação a uma situação destas.</p>
<p style="text-align: justify;">A contratação pode estar dentro de uma zona desconhecida de parâmetros que você jamais vai ter acesso. Portanto, relaxe, e parta para uma próxima oportunidade com confiança em si mesmo e em seus conhecimentos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Fonte</strong>: <a href="http://www.qualidadebrasil.com.br/noticia/os_segredos_que_estao_por_tras_da_selecao_de_cartas_marcadas_?goback=%2Egde_3013288_member_241187403%2Egmr_3013288%2Egde_3013288_member_245873758#ixzz2VA6NHRFm">Os segredos que estão por trás da seleção de &#8220;cartas marcadas&#8221;</a><br />
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]]></content:encoded>
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		<title>Fundação Getúlio Vargas disponibiliza cursos online gratuitos</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Jun 2013 13:54:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Natalia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Cursos]]></category>
		<category><![CDATA[Fundação Getúlio Vargas disponibiliza cursos online gratuitos]]></category>

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		<description><![CDATA[      
      A Fundação Getúlio Vargas (FGV) disponibiliza cursos online gratuitos voltados a diferentes áreas do saber, como direito, administração, história, comunicação, gestão financeira, entre outras. As aulas em vídeo podem ser acompanhadas a qualquer momento. A carga horária varia entre cinco e 30 horas por curso, e há entrega de certificado virtual para quem tirar nota acima de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[      
      <p style="text-align: justify;">A Fundação Getúlio Vargas (FGV) disponibiliza <a href="http://catracalivre.com.br/geral/editoria/educacao-3/cursos-e-palestras/" target="_blank">cursos online gratuitos</a> voltados a diferentes áreas do saber, como direito, administração, história, comunicação, gestão financeira, entre outras. As aulas em vídeo podem ser acompanhadas a qualquer momento.</p>
<p style="text-align: justify;">A carga horária varia entre cinco e 30 horas por curso, e há entrega de certificado virtual para quem tirar nota acima de 7 no teste final.</p>
<p style="text-align: justify;">A Fundação faz parte do <em>OpenCourseWare</em><em> Consortium</em>, um consórcio de instituições de ensino de diversos países que oferecem conteúdos e materiais didáticos gratuitamente.</p>
<p style="text-align: justify;">Para ter acesso aos cursos, basta acessar o <a href="http://www5.fgv.br/fgvonline/Cursos/Gratuitos/" target="_blank">site da FGV</a>.</p>
<p><strong>Fonte: Catraca Livre</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Ser bom no trabalho pode incomodar muita gente</title>
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		<pubDate>Wed, 29 May 2013 17:46:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Natalia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Ser bom no trabalho pode incomodar muita gente]]></category>

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		<description><![CDATA[      
      Ser um bom profissional, isto é, ágil, eficiente, que sabe entender quais as necessidades da empresa e que entrega bons resultados, não significa sucesso garantido. Em algumas circunstâncias, ser bom pode significar uma barreira para o crescimento. &#8220;Na maioria delas, a insegurança é o problema&#8221;, diz o consultor Mauricio Goldstein, de São Paulo, autor do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[      
      <p style="text-align: justify;">Ser um bom profissional, isto é, ágil, eficiente, que sabe entender quais as necessidades da empresa e que entrega bons resultados, não significa sucesso garantido.</p>
<p style="text-align: justify;">Em algumas circunstâncias, ser bom pode significar uma barreira para o crescimento. &#8220;Na maioria delas, a insegurança é o problema&#8221;, diz o consultor Mauricio Goldstein, de São Paulo, autor do livro Jogos Políticos nas Empresas (Ed. Campus/Elsevier, 212 páginas). Conheça alguns fatores ligados à insegurança que agem contra o sucesso profissional.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Ninguém ocupará essa cadeira</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O <strong><a href="http://exame.abril.com.br/topicos/chefes">chefe</a></strong>, ao perceber que dentro de sua equipe existe um profissional muito eficiente e com fortes chances de ocupar o lugar dele, deixa o subordinado na geladeira.</p>
<p style="text-align: justify;">Sem o apoio e o reconhecimento do chefe, a <strong><a href="http://exame.abril.com.br/topicos/confianca">confiança</a></strong> do profissional fica prejudicada. &#8220;Somos treinados para sermos o melhor&#8221;, afirma Marcus Soares, professor de gestão de pessoas do Insper, de São Paulo. O profissional pode escolher mudar de área ou de empresa. Já o líder corre o risco de ficar estagnado. &#8220;Sem um bom sucessor, não há como crescer&#8221;, diz Marcus.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Isolamento</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A <strong><a href="http://exame.abril.com.br/topicos/concorrencia">concorrência</a></strong> no mundo corporativo é normal e legítima. Sem ela, permaneceríamos no mesmo lugar. Por isso os profissionais lutam para que os chefes vejam o seu brilho.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao perceber que um colega é melhor, os outros começam a deixá-lo de lado. Isso acontece com movimentos simples, como não convidar para um almoço, e com alguns mais complicados, como não passar informações importantes para o andamento das atividades do grupo.</p>
<p style="text-align: justify;">A melhor fórmula para o profissional eficiente sair dessa dinâmica é, no fim de um projeto, dar os créditos a todos os participantes. &#8220;As pessoas se sentirão prestigiadas&#8221;, diz Marcus, do Insper. É a velha lei da reciprocidade: uma mão lava a outra.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Insubstituível</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Você é um ótimo profissional, entrega tudo no prazo, ajuda com novas ideias, agrega para a equipe e tem um ótimo relacionamento com todos. &#8220;Nenhum chefe quer perder um bom profissional&#8221;, diz Lucas Peschke, diretor da Hays, de São Paulo. O problema é que a empresa não consegue atender o desejo de crescimento de todos os funcionários e no tempo que eles desejam.</p>
<p style="text-align: justify;">Alguns chefes, para não deixar o bom profissional ir embora, optam por não fazer comentários construtivos e avaliações positivas. A solução é fazer contatos com outros líderes da empresa e deixá-los a par de suas realizações. Assim, outros chefes saberão de seu desempenho.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Só mais um pouquinho</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Quando o profissional é ágil e eficiente, os líderes acabam canalizando para ele a maior parte das tarefas, pois sabem que ele entregará o resultado no nível desejado.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;O profissional aguenta a pressão, não reclama e traz resultados&#8221;, diz Marcus Soares, do Insper. Com a sobrecarga de trabalho, ao longo do tempo o profissional pode se sentir injustiçado e querer ter um reconhecimento diferente.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Tem muito profissional que não sabe dizer ‘não’, e isso é um problema para a carreira&#8221;, diz o consultor Mauricio Goldstein. A saída é clara: aprender a negociar e a dizer &#8220;não&#8221; para interromper a dinâmica.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Os outros são ruins</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O profissional é eficiente, entrega resultados mas, ao se comparar com os pares, bate a arrogância. &#8220;A maioria dos profissionais acredita que é boa o suficiente para receber um aumento&#8221;, diz o coach Homero Reis, do Rio de Janeiro. Até aí, tudo bem.</p>
<p style="text-align: justify;">O problema é achar todos ao redor incompetentes. &#8220;Ao se colocar em posição superior, o profissional se marginaliza&#8221;, diz Mauricio Goldstein. A saída é óbvia: manter a humildade e, se for o caso, reatar as ligações com os colegas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Você já está preparado</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Alguns chefes consideram um profissional tão bom que se esquecem de investir no desenvolvimento dele. &#8220;Para a empresa, todo investimento tem que ter um retorno&#8221;, diz Lucas Peschke, diretor da Hays.</p>
<p style="text-align: justify;">O bom profissional precisa mostrar suas necessidades e como o investimento nele retornará para a empresa. &#8220;É a própria pessoa que tem de argumentar por que ela merece o investimento&#8221;, diz Lucas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Degraus ocupados</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Não importa se você é um ótimo profissional. Se não existirem espaços para crescer, você continuará no mesmo lugar. Depois de um tempo, sentirá que está estagnado.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Nesse momento é hora de avaliar se vale a pena ou não ficar na empresa&#8221;, diz o coach Homero Reis, do Rio de Janeiro. Uma opção é fazer uma movimentação horizontal e ir para outro setor, enquanto aguarda surgir a vaga desejada.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Será que você é bom mesmo?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Saiba se você é eficiente ou só acha que é</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Carga de trabalho:</strong> Ao comparar seu trabalho com pares e colegas que têm a mesma função em outras empresas, você está no mesmo nível?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O que é esperado: </strong>A expressão &#8220;alinhar as expectativas&#8221; é uma forma de saber se você é bom. &#8220;Você é considerado bom profissional quando atinge a expectativa do chefe e da organização&#8221;, diz o consultor Mauricio Goldstein. Não basta medir as competências técnicas. Avalie também a capacidade de se relacionar. Sem ela, você se tornará apenas uma boa ferramenta. Mas apenas isso.</p>
<p><strong>Fonte: EXAME.com</strong></p>
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