O carisma é uma daquelas características pessoais que intrigam os especialistas em comportamento. O magnetismo sutil que destaca certas pessoas da multidão — e pode ter grande impacto sobre o seu sucesso profissional — parece ter algo de inexplicável.

Sobre um ponto, porém, não há dúvidas: contrariando senso comum, o estranho charme de figuras como Winston Churchill, Audrey Hepburn ou Mahatma Gandhi não é uma qualidade que vem de nascença. Ou pelo menos não só.

Segundo Richard Wiseman, professor de psicologia da Universidade de Hertfordshire e estudioso do tema, o carisma é 50% inato e 50% treinado. Sim, isso mesmo: qualquer pessoa pode tomar atitudes para desenvolver o seu próprio magnetismo social.

Em artigo para o jornal “The Guardian”, o psicoterapeuta Richard Reid explica como fazer isso. “Muitas vezes, nós já incorporamos algumas das qualidades [que caracterizam o carisma], tais como presença, afabilidade e autoridade”, escreve ele. “Ajustes na sua linguagem corporal e na sua forma de falar e escutar, se praticados regularmente, podem virar hábitos e tornar você mais carismático”.

Pode até soar surpreendente, diz Reid, mas fazer isso é muito fácil — basta tomar consciência sobre alguns mecanismos tipicamente humanos.

Chega a ser intuitivo: pessoas que não fazem contato visual, ficam de braços cruzados e sorriem pouco são percebidas como frias, nervosas ou desinteressadas pelas demais. Evitar esses sinais já faz grande diferença para a sua imagem profissional e para a percepção geral sobre o seu nível de carisma.

Fonte: EXAME.com

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