Uma das tarefas mais complicadas de um gestor é cuidar da sua equipe. Sem um time engajado, muito provavelmente uma empresa não terá sucesso.

Para David Finckel, especialista em gestão e em equilíbrio entre vida pessoal e profissional, os líderes pertencem, grosso modo, a dois perfis. O primeiro é o microgerente, aquele que está sempre “pegando no pé” dos funcionários para que eles executem todo o seu trabalho da forma que considera ideal.  O outro é o abdicador, que delega tanto que pode deixar os empregados sem saber o que fazer.

De acordo com Finckel, o ideal é que o empreendedor saiba dosar entre ser um microgerente e um abdicador. Em artigo publicado na “Inc.”, o especialista definiu cada um desses perfis e deu dicas para você atingir o equilíbrio:

O microgerente
Este profissional é aquele que sufoca seus funcionários o dia todo com relatórios, correções e sugestões. O resultado costuma ser uma equipe frustrada e impotente, que cresce de forma dependente das decisões do chefe e não ter qualquer autonomia de trabalho.

Para Finckel, no entanto, os microgerentes têm valores que deveriam ser incorporados por todos os empreendedores. São eles:
1. Eles têm em mente a imagem do que é o sucesso para sua empresa e sabem passar essa informação para a equipe;

2. Quais recursos serão necessários para alcançar este objetivo;

3. Como e quando é necessário repassar aos funcionários um panorama sobre o sucesso ou fracasso do negócio;

O abdicador
O contrário do microgerente é o abdicador. É ele quem despeja uma tarefa a um membro da equipe e o deixa resolver sozinho, descobrindo autonomamente os caminhos. Muitas vezes, o funcionário consegue descobrir sozinho a solução para tais problemas.

Contudo, o que acontece frequentemente é que o gerente abre mão de prestar qualquer ajuda a sua equipe.

Quando isso ocorre, o gerente “abdicador” não esclarece as dúvidas dos funcionários e eles acabam sendo menos produtivos do que se as tarefas tivessem sido passadas com clareza.

Segundo o especialista, delegar é fundamental para o sucesso de um negócio – e até mesmo para a saúde mental do empreendedor, que tem mais tempo para se dedicar à família e ao que mais desejar.

No entanto, é importante ter um pouco de microgestão em determinados momentos, a fim de que os processos da empresa sempre estejam direcionados para seus objetivos maiores.

De acordo com Finckel, com este balanço, o gestor consegue controlar o que é necessário, confiar em sua equipe e delegar tarefas, tornando sua vida mais fácil e deixando seus funcionários mais motivados.

Fonte: PEGN

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